José Carvalho Araújo

Novembro 23, 2010

 

José Manuel Carvalho Araújo conclui o curso de Arquitectura em 1990 e, em 1996, constitui a J.M. Carvalho Araújo, Arquitectura e Design, Lda. Desenvolve projectos de Arquitectura na área da habitação, equipamentos e serviços, bem como projectos na área do design de iluminação e imobiliário.

Talvez por ser um arquitecto de Braga, tentei fazer uma pesquisa online sobre o Caravalho Araújo… mas poucas foram as informações que consegui.

Assim, recorri ao livro “Best of – 180 produtos de design Português” onde é apresentado o “Talher O2” que tem por base quer os tradicionais talheres ocidentais, quer os conhecidos pauzinhos orientais. Este produto é produzido na Pal Design, uma pequena metalúrgica que dá atenção a cada pormenor do projecto.

A sobriedade aliada a alguma experimentação são motes sempre presentes nos projectos tanto de design como de arquitectura do conhecido Arquitecto bracarense.

http://www.carvalhoaraujo.com/

The Studio

Novembro 11, 2010



Quando penso em identidade portuguesa vs design, penso logo em The Studio.

Sediados em Lisboa, este estúdio mostra há já algum tempo trabalhos de uma qualidade fora do normal: conjugando identidades bem pensadas, ilustração exemplar e conceitos facilmente fundamentados, depressa nos apaixonamos por diversos trabalhos.

Numa pesquisa encontrei o portfólio do designer Mário Belém, cujo parece ter participado em diversos trabalhos do “The Studio”.

http://www.mariobelem.com/

Infelizmente não encontro muita informação sobre este estúdio…talvez seja estratégia, onde nenhum nome é divulgado em particular, mas é antes passado um (muito bom) trabalho de equipa.

http://www.thestudiosite.com/

Podia escrever um texto sobre a entrevista que li, mas a realidade é que acho que me iam faltar muitos pormenores interessantes.

Depois de ler esta entrevista, Aurelindo Jaime Ceia parece-me ser um apaixonado pelas letras e pela literatura, um amante da arte sobretudo da pintura…que por um acaso aproveitou a abertura do curso de Comunicação em 1975 para se entregar ao design.

Fica aqui a entrevista, com algumas afirmações que fazem bastante sentido no panorama actual do design português.

http://reactor-reactor.blogspot.com/2008/10/reactor-entrevista-aurelindo-jaime-ceia.htm

Fernando Brízio, nasceu em Angola em 1968 e é licenciado em Design de Equipamento (1996) pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa, cidade onde vive e trabalha.

“Faço objectos e gosto de os fazer”

Trabalha sobre o que observa, constrói sobre efeitos naturais e objectividades físicas. Disso são prova as jarras de porcelana moldadas numa viagem de automóvel, apenas com os movimentos do veículo. Outro projecto bastante curioso é o roupa renovável que se vai colorindo  após algumas horas… os marcadores assumem o papel detestado pelas mães das crianças (tingir) e renovam um tecido totalmente branco.

Há aqui uma base muito grande na experimentação. Os projectos nascem de uma programação, mas resultam da coincidência de acontecimentos. A envolvência psicológica com os projectos é de forma tão grande que construimos histórias em volta deles.

Diz “interessa-me continuar a pensar objectos que sejam utilizados pelas pessoas, que possam ser produzidos industrialmente”. Se o industrial ás vezes se fica pelo improviso, as pessoas nunca são esquecidas. Desperta sentimentos, sorrisos e recordações.

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