Ponto de Vista: Portugal, um retrato social (Fotografia)


“Durante vários meses, em 2005 e 2006, a equipa coordenada por António Barreto rodou a série “Portugal, um retrato social” , um retrato da sociedade portuguesa contemporânea emitida pela RTP. António Barreto, e outros, percorreram milhares de quilómetros, entrevistaram centenas de pessoas, filmaram mais de 100 horas de imagens, que resultaram em 30 horas de documentos de arquivo da RTP.

Depois de uma série na RTP com enorme sucesso de audiência, foram editados 7 DVD’s e um CD com a Banda Sonora de Rodrigo Leão, com distribuição nas lojas Fnac. Enquanto trabalhavam, antes e depois das entrevistas, António Barreto fotografava. Criou um banco de imagens de mais de 2.500 fotografias.

Tendo conhecimento dessa recolha fotográfica, a FNAC desafiou António Barreto a exibir parte dela. A selecção ficou a cargo de Sérgio B. Gomes, editor do Público Online, autor do blogue “Arte Photographica”, sócio-fundador da Associação Portuguesa de Photographia. A exposição irá inaugurar na tarde de 27 de Fevereiro, às 19h00, por ocasião da Festa de 10º aniversário da Fnac, na Praça Central do Colombo, e estará patente até 16 de Março.

Em conjunto com a exposição é lançado o presente livro, com uma selecção maior de fotografias do que a exposição, editado em conjunto com o Público e distribuído em exclusivo nas lojas Fnac.” (preço: 4.50€)

Ilustração em Portugal (texto e imagem)


“A ilustração foi o modo mais fácil para a entrada do modernismo em Portugal”. A conclusão é da investigadora Theresa Lobo, que, ao longo de 20 anos, procedeu a um levantamento sobre ilustração portuguesa entre 1910 e 1940. Para a investigadora, a ilustração portuguesa nas épocas a que se reporta o livro “representou uma clarificação de um tempo cultural”. Sustenta Theresa Lobo que as ilustrações publicadas nas várias revistas da época “tinham um carácter essencialmente descritivo. Foi, com raras excepções, a celebração de narrativas, o pretexto de muitas e aleatórias ficções”.

A área da história, apreciação e crítica da ilustração em Portugal está ainda, e em grande medida, por fazer. Existem já alguns bons gestos, se não mesmo cabais, na apreciação de artistas a título individual (com catálogos, biografias, ainda que mais trabalhos expositivos do que críticos), outros ainda dedicados a áreas específicas dessa história – por exemplo, a gravura pombalina, certos usos na publicidade, a caricatura de imprensa –, e outros ainda pequenos mas fulcrais contributos no entendimento do que faz a história recente desta área no nosso país (catálogos de exposições, volumes antológicos, outros sobre artistas em particular). ler mais : http://lerbd.blogspot.com/2010/02/ilustracao-portuguesa-i-1910-1940.html

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